Terça-feira, Outubro 17, 2006
Domingo, Setembro 17, 2006
Camisa nova, hein, Fernandinho?
Mas por que MaWá? Que nome estranho...
Já ouvi essa pergunta algumas vezes e, pacientemente, repito a frase: porque meu nome é Marina e meu sobrenome, Wajnsztejn.
Ai, que coisa difícil. E como escreve seu sobrenome?
Penso. Até parece que a pessoa vai conseguir escrever meu sobrenome.
Baseada nas inúmeras vezes que isso se repetiu, comecei a pensar que a minha url poderia ser ruim para algumas pessoas. Além do "viagens" que pode ser "viagem", tenho o problema do "Mawá": com v ou com w? Imagine quantos milhões de leitores não digitaram errado e tiveram que ir me buscar no Google? (suspiro humilde)
Na faculdade, além de tocar tamborim, aprendi outras coisas. A primeira é que é essencial evitar ruídos de comunicação com as pessoas. Tá, parece óbvio, mas isso é tão comum de acontecer... A segunda coisa é que CRM é útil na sua vida inteira, não só no seu database de marketing. Você faz isso com todo mundo: identifica, diferencia, interage e personaliza. Ou seja, conhece pessoas, fica amigo de algumas que vão te dar algo em troca, vê o que eles querem em troca e dá. Muito simples. E a terceira coisa que eu aprendi é que meu nome é MaWá. Não adianta, sou Marina, mas o MaWá é muito forte. Fiquei conhecida assim, por n motivos. E voltando à teoria mercadológica: se você não pode ser a líder em venda de camisas, invente uma categoria e seja líder em "camisas roxas com botões verdes". Pronto, por isso adotei o MaWá.
Tudo isso explicado, anuncio a novidade: meu blog mudou. Com direito a domínio novo. E tapa no layout.
Anuncio a vocês, queridos leitores que cedem um tempo de vocês para mim:
(rufar de tambores)
MaWá com W: www.mawacomw.com
Porque MaWá se escreve com W.
Fiquem à vontade por lá. O conceito do blog não mudou. Só fez uma plasticazinha básica e mudança de rg. Ainda estou em fase de mudanças, coisinhas aqui, links ali, gif acolá, daniel-socorro-pufavô, mas tudo bem. Aos poucos a gente se ajeita.
Espero que gostem.
Ah, não esqueçam que é só pontocom. Viu, pontocom! Repitam comigo: mawacomw.com . Isso, mais alto: mawacomw.com
Já ouvi essa pergunta algumas vezes e, pacientemente, repito a frase: porque meu nome é Marina e meu sobrenome, Wajnsztejn.
Ai, que coisa difícil. E como escreve seu sobrenome?
Penso. Até parece que a pessoa vai conseguir escrever meu sobrenome.
Baseada nas inúmeras vezes que isso se repetiu, comecei a pensar que a minha url poderia ser ruim para algumas pessoas. Além do "viagens" que pode ser "viagem", tenho o problema do "Mawá": com v ou com w? Imagine quantos milhões de leitores não digitaram errado e tiveram que ir me buscar no Google? (suspiro humilde)
Na faculdade, além de tocar tamborim, aprendi outras coisas. A primeira é que é essencial evitar ruídos de comunicação com as pessoas. Tá, parece óbvio, mas isso é tão comum de acontecer... A segunda coisa é que CRM é útil na sua vida inteira, não só no seu database de marketing. Você faz isso com todo mundo: identifica, diferencia, interage e personaliza. Ou seja, conhece pessoas, fica amigo de algumas que vão te dar algo em troca, vê o que eles querem em troca e dá. Muito simples. E a terceira coisa que eu aprendi é que meu nome é MaWá. Não adianta, sou Marina, mas o MaWá é muito forte. Fiquei conhecida assim, por n motivos. E voltando à teoria mercadológica: se você não pode ser a líder em venda de camisas, invente uma categoria e seja líder em "camisas roxas com botões verdes". Pronto, por isso adotei o MaWá.
Tudo isso explicado, anuncio a novidade: meu blog mudou. Com direito a domínio novo. E tapa no layout.
Anuncio a vocês, queridos leitores que cedem um tempo de vocês para mim:
(rufar de tambores)
MaWá com W: www.mawacomw.com
Porque MaWá se escreve com W.
Fiquem à vontade por lá. O conceito do blog não mudou. Só fez uma plasticazinha básica e mudança de rg. Ainda estou em fase de mudanças, coisinhas aqui, links ali, gif acolá, daniel-socorro-pufavô, mas tudo bem. Aos poucos a gente se ajeita.
Espero que gostem.
Ah, não esqueçam que é só pontocom. Viu, pontocom! Repitam comigo: mawacomw.com . Isso, mais alto: mawacomw.com
Quinta-feira, Setembro 14, 2006
Pseudo-racional x passional
Deixa disso, sua boba. Não passa de caraminholas.
Mas bem que eu queria que fosse diferente. E se...
Se... nada, mulher. Desencana, não merece não. Você é muito melhor que isso.
Sempre me dizem esses conselhos de você-é-mais-forte-que. Sou?
Sim, é. Já não disse uma vez? Preciso repetir?
Precisa repetir sim. Tem coisas que a gente não escuta de primeira. Ou finge que não.
Pois pare de fingir coisas. Seja verdadeira.
Você tá dizendo que eu sou falsa?
Não, não é isso. Mas você tem que parar com essas tais caraminholas.
Sua objetividade me impressiona. Seu mundo é uma função matemática?
Antes fosse (respira). É em função de você.
Mas bem que eu queria que fosse diferente. E se...
Se... nada, mulher. Desencana, não merece não. Você é muito melhor que isso.
Sempre me dizem esses conselhos de você-é-mais-forte-que. Sou?
Sim, é. Já não disse uma vez? Preciso repetir?
Precisa repetir sim. Tem coisas que a gente não escuta de primeira. Ou finge que não.
Pois pare de fingir coisas. Seja verdadeira.
Você tá dizendo que eu sou falsa?
Não, não é isso. Mas você tem que parar com essas tais caraminholas.
Sua objetividade me impressiona. Seu mundo é uma função matemática?
Antes fosse (respira). É em função de você.
Segunda-feira, Setembro 11, 2006
Gente coisa é outra fina
Ontem fui dar uma de chique, no Café Suplicy. Quer dizer, sempre achei que o Café Suplicy era coisa de gente chique.E não é que eu chego lá e tenho que me servir, no melhor estilo bandejão? Pior ainda, eu tenho que pagar antes, numa fila que-nem-de-acampamento, depois tenho que esperar de pé, depois tenho que levar minha própria bandeja até a própria mesa que eu mesma encontrei (ou tive que esperar vagar).
Tsc, tsc. Para pagar onze-e-cinquenta num frapê de ovomaltine (so sorry, nenhum supera o original do Bob´s), quero garçons modeletes de cabelo enrolado, tatuagem e pele jambo sorrindo na minha mesa e anotando os pedidos. Faça me o favor. Pedi demais?
Bah. Mas que mania de escrever as coisas separadas com hífen para-que-as-pessoas-leiam-num-respiro-só.
--------------------------linha-de-separação-de-posts---------------------------------
Hoje almocei no NYC NYC. Homenagem ao 11 de setembro, né?
Quarta-feira, Setembro 06, 2006
Segunda-feira, Setembro 04, 2006
Domingo à noite
MaWá sai do restaurante com papai, mamãe e vovó. Enquanto espera o carro, o seresteiro chama a sua atenção.
- É um baião antigo, de Luiz Gonzaga.
- Posso ouvir?
- Claro... (intro no violão) O cabôco Marcolino/Tinha oito boi Zebu!/Uma casa com varanda/Dando pro Norte e pro Su!
MaWá começa a cantar. Seresteiro se espanta.
- Você conhece?
- Sim, adoro Luiz Gonzaga.
- (continua no violão) Ai, Xandusinha!/Xandusinha meu xodó!/Eu sou pobre, mas você sabe,/Que o meu amor/Vale mais que ouro em pó!
MaWá acompanha na percussão corporal. Seresteiro sorri. Trocam. Música é mesmo universal. Fim da música. Muito prazer, Zezinho da guitarra.
- Bom, tenho que ir (papai, mamãe e vovó já estão dentro do carro)
Manobrista intervém.
- Espera, toca um pouco mais. Sou baterista.
Música é mesmo universal. Zezinho desafia.
- Como você faria um chorinho?
- Chorinho? Pois não...
Ele toca 1x0. Amo. Acompanho no samba. Música é mesmo universal.
Me despeço, entro no carro. Qualquer dia volto para tocar com o Zezinho da guitarra. E quem sabe, com o manobrista também?
* A propósito, Xandusinha é uma composição de Humberto Teixeira mais Luiz Gonzaga.
- É um baião antigo, de Luiz Gonzaga.
- Posso ouvir?
- Claro... (intro no violão) O cabôco Marcolino/Tinha oito boi Zebu!/Uma casa com varanda/Dando pro Norte e pro Su!
MaWá começa a cantar. Seresteiro se espanta.
- Você conhece?
- Sim, adoro Luiz Gonzaga.
- (continua no violão) Ai, Xandusinha!/Xandusinha meu xodó!/Eu sou pobre, mas você sabe,/Que o meu amor/Vale mais que ouro em pó!
MaWá acompanha na percussão corporal. Seresteiro sorri. Trocam. Música é mesmo universal. Fim da música. Muito prazer, Zezinho da guitarra.
- Bom, tenho que ir (papai, mamãe e vovó já estão dentro do carro)
Manobrista intervém.
- Espera, toca um pouco mais. Sou baterista.
Música é mesmo universal. Zezinho desafia.
- Como você faria um chorinho?
- Chorinho? Pois não...
Ele toca 1x0. Amo. Acompanho no samba. Música é mesmo universal.
Me despeço, entro no carro. Qualquer dia volto para tocar com o Zezinho da guitarra. E quem sabe, com o manobrista também?
* A propósito, Xandusinha é uma composição de Humberto Teixeira mais Luiz Gonzaga.





